Fila de trás: Lúcia (em pé), Júlia Salazar, Rodrigo Alzuguir, Rodrigo Machado, Clarisse, Renata Fontanive, Flávia Domingues, Daniela Castro, Jôrica
Meiúca: Suzanne, Artur, Eduardo Reco, Luísa Frente (à direita): Marcinha, Natália
Fila de trás: Lúcia (em pé), Júlia Salazar, Rodrigo Alzuguir, Rodrigo Machado, Clarisse, Renata Fontanive, Flávia Domingues, Daniela Castro, Jôrica
Meiúca: Suzanne, Artur, Eduardo Reco, Luísa Frente (à direita): Marcinha, Natália
ôooooo, Santive!!!Marina, Ana Catarina, Dedé, Fernanda, Eu, Ana Letícia, PC, Sandra, Zé Pirú, Carlos Eduardo Palhares (some daqui seu imundo), Caé, Soledade, Larissa, Gabriela Assmar, Ana Lúcia, Ana Paula Fragomeni, Léo Queixada, Ana Paula Fedora e Fabiana Rudge.
Marcos Motta, Paulo de Bolle e PC Abrantes.
Daniela Judice, Lutsy Pinha, PC, Estevão e Ana Luiza.
Nas inesquecíveis escadas do Tereca: PC, Daniela Judice, Lutsy, Dedé, Eu, Cris Schmidt, Marcia, Caé, Patrícia, Gabriela, Léo e Palhares.
Luiz Claudio (anão de Jardim e prof. de Biologia), Simone, Dedé, Ana Raquel, Mariana Renatina Almeida, Paulo de Bolle, Dri Selles, Marcos Motta, Ana Letícia, Ana Lúcia, Branca e Thomas King!
Rosalina e Nelson Santive (respectivamente Amor e Ódio do Joca)
PC e a sibilante Maritza (prof. de OSP)!
César: LINDOOOOOO!!!!
por Claudia Dannemann 
Quando cheguei na escola em 1982, a vida era boa demais. Vindo de um colégio experimental e pequeno, a Chave do Tamanho, na Travessa Madre Jacinta, achei tudo grande, mas acolhedor. O Teresiano, apesar de bem maior que a Chave, não chegava a ser um Santo Agostinho, com suas oito turmas por série. Se não me falha a memória, na minha sala éramos doze meninos e umas 28/30 meninas, um cenário realmente acolhedor. Joca, Renato, Marcos, Estevão (turma B), Bruno Richter, Caé, PC, Fernando Fontenelle, Fábio Medusa, Jorge, Weiler e eu, formávamos o escrete masculino. Para melhorar mais ainda o clima acolhedor, ficávamos no mesmo andar da Sexta série, que na época só tinha meninas. Nossa turma era a primeira na história da escola a ter meninos. Portanto, era menina pra todo lado.
Não me lembro de todas as garotas da 5ª C, mas tenho algumas recordações. Eram 5 Adrianas: Silva, Cruzeiro, Marzan, Ururahy, e Brasil, esta última era mais velha e na minha lembrança de menino ela tinha um cabelo tipo peruca de pano, enrolada e meio amarelada. Como disse anteriormente, as primeiras pessoas com quem falei foram a Daniela Brandão e a Isabela Bicalho. Lembro-me que o Marcos tinha um cabelo meio grandinho, tipo Romeu e que havia na sala um menino diferente que na hora da chamada seria identificado como Suely(?). Pensei comigo: “coitado, Suely é sacanagem”.
Pois bem, fomos para o recreio e rolou a peladinha inaugural. Junto com a molecada da 5ª B, fomos todos para o campinho de terra, que na época era transversal ao parquinho. Que me perdoem Ricardo Santos e Cia., mas a turma C tinha mais jeito pra coisa. E a gente ainda contava com o super goleiro Suely, que quando foi pra linha não fez feio não. Findada a peleja, fomos pegar o elevador, quando o Suely decidiu ir ao banheiro. Estava quase entrando no toalete, quando Weiler o advertiu: “Ei cara, isso é banheiro de mulher, tá maluco?”. Naquele momento descobrimos que o nosso goleiro era de fato uma menina, uma moreninha, meio indiazinha e muito boa de bola.
E não é que um dia, contra todas as expectativas, Suely botou pra quebrar. Isso foi mais tarde, talvez na 8ª série. Na saída da escola, chegou numa moto um garotão bonitão e rolou aquele suspense entre a mulherada: quem será a princesa de sorte grande?. Meus amigos, a princesa era ela. Suely. Nossa antiga arqueira, driblando todas, fazendo um golaço e correndo pro abraço.
Olha só que gatinhas: Adriana Gramm, Isabela Bicalho, Andréa Costa, Adriana Marzã, Roberta Guimarães, Bebel e Cristiane Schmidt.
Nessa outra foto: Joquita, Isabela, Fernanda Andrada (olha que luxo o maiô dela), Andréa Costa, Ana Letícia Gualda, Michelle Liberti, Bebel, Daniela Costa, Flavia Barroso e ELE: O TOTA (Jorge Salluh para os não íntimos)!
Sente só o naipe dessa equipe da clássica mesa de sinuca do Seu Salluh. Na linha de frente Caé e Fábio Medusa (caraca esse moleque aprontava muito: merece um post só dele). Na retaguarda: PC Abrantes e Marcos Senna Motta (o Mega Gênio da mesa do feltro verde).
E pra finalizar, o mulheril todo reunido com a Gabriela. Galera, a Fernanda vai me matar por essas DUAS fotos dela com esse maiô de aqualouca num mesmo post pra todo mundo apreciar! 



por Ronaldo Cotrim
Recordando-me dos 8 anos em que estive no Terê – de
A infância/adolescência é também uma época de descobertas. Quase tudo é novidade. As coisas têm um frescor danado. Sem falar nas nossas responsabilidades e preocupações, todas insuficientes para esbranquiçar meio fio de cabelo.
1983 foi um ano de muitas descobertas e estréias. Lembro-me das corridas de tampinha de refrigerante, que se alastravam por todo pátio da escola, com suas curvas, torres e atalhos. O negócio era sério: a gente recortava uma figura de revista – que seria o “patrocinador” – colocava dentro da chapinha e cobria com cera de vela, o que personalizava e dava mais estabilidade. Era demais. Houve também a época de bolinha de gude. Modas que devem ter durado três semanas, mas que na minha lembrança parece que se estenderam por todo o ano. Pena que mais tarde acimentaram tudo.
Estava na Sexta C e na turma tinha uma menina moreninha e bonitinha chamada Luciana Ferreira (onde anda?). Ela ia dar uma festa de DANÇA. A festa seria de 18:00 às 24:00. Uma audácia até então. Uma eternidade também. Seis horas balançando o esqueleto não era brinquedo não. A casa ficava no condomínio Portinho do Massarú, no Itanhangá. Foi a primeira vez que conheci um DJ, e o mais engraçado, com o olhar de hoje, é que ele usava dois gravadores de fita K7 para mixar as músicas. Também foi a minha primeira festa numa residência com pista de dança e luzes coloridas e estroboscópicas. Nesta noite ouvi pela primeira vez a canção “I Can’t take My Eyes of You”, que realmente era ótima pra dançar. Não me lembro de nada muito especial ocorrido naquela noite, a não ser pela própria festa que inaugurava para mim e provavelmente para os outros um estilo de festa diferente. Por volta da Meia noite minha mãe chegou, e lá por São Conrado eu já devia estar dormindo, sonhando com a música lenta que eu havia dançado.
por Ronaldo Cotrim
Em 1983 havia um lugar mágico no nosso querido Teresiano. Um lugar que seria para alguns privilegiados o palco de acontecimentos inesquecíveis. Situado próximo à saída da Travessa Madre Jacinta e comandado a pulso firme pela saudosa Dona Alfa, o pequeno quarto abrigava então a atividade extra de CULINÁRIA.
Naquele ano os poucos meninos da sexta série – a média era de 10 por turma – resolveram, quase que por unanimidade deixar o teatro e o artesanato para aderir àquela nobre atividade.
É claro que aquilo não poderia dar certo. Juntar PC, Ricardo Santos, Renato, Dannemann e tantos outros projetos de delinqüentes, em uma sala com panelas, cumbucas e toda a sorte de ingredientes era muita audácia. Mas, por incrível que pareça, houve uma espécie de cumplicidade entre a velha Alfa e a nossa horda infante e assim conseguimos a proeza de preparar e comer algumas receitas, com destaque para a top-one empadinha de doce de leite.
Apesar de relativamente disciplinados é claro que rolava a balbúrdia.
Já vou avisando que não serei capaz de recontar episódio algum com a mesma riqueza de detalhes usada pelo rodrigo e o pelo ronaldinho.

Tínhamos muitas coisas em comum, entre elas a paixão pelo tricolor e o fato de termos entrado no colégio na Quinta série C, em 1982. Não ficamos amigos nos primeiros dias. (Me lembro que as primeiras pessoas com que falei no colégio foram a Daniela Brandão e a Isabela Bicalho, que viviam juntas naquela época).
Nosso professor de Educação Física era o Celso, que com seu bigodão imponente, botava a molecada nos trinques e nos levava ao delírio nos torneios de futebol no Colégio Rio de Janeiro. Foi numa das aulas de Educação Física, no extinto campinho de terra do Terê que me aproximei mais do PC. Eu literalmente senti sua aproximação ao receber um baita empurrão na fila da ginástica. Voltei e dei um soco na sua cara que abalou a estrutura dos seus eternos e frágeis óculos fundo de garrafa. A briga não durou muito e o mais curioso é que o Prof. Celso não deixou ninguém separar. Tivemos que nos acalmar por nós mesmos. Ao voltarmos para o pátio, um olhou pro outro e demos um forte aperto de mãos. Começava ali uma grande amizade.
PC era um dos mais velhos. Eu, um dos mais novos. Estávamos sempre juntos na escola, no vôlei na praia, no maraca ou filando a bóia gostosa da D. Wanda, sua mãe, na Selva-de-Pedra.
Entre muitos episódios no colégio, houve um que relato a seguir:
1983. Chovia muito e naquela época todo o pátio, com exceção da quadra de vôlei era de terra batida. Portanto, era lama pra todo lado. Não sei como começou, o fato é que no final do recreio eu e PC éramos puro barro. Após a guerra, chegamos à aula da saudosa D.Sônia, de português. Por mais paciente que fosse a professora, simplesmente não havia como dar aula para aqueles dois emporcalhados. Foi neste dia que conheci a lavanderia da escola. Ficamos eu e PC esperando a máquina lavar e secar nosso uniforme para enfim voltarmos pra sala de aula.
by Ronaldão Cotrim

| Adriana
Gramm |
Dri |
19??/88 |
|
| Adriana
Selles |
Selles |
19??/88 |
B |
| Alessandra
Barcala |
Alê |
1978/87 |
C |
| Ana
Carolina Gonçalves |
Carol |
19??/?? |
B |
| Ana
Paula Falcão |
Anninha |
1987/88 |
BioTec |
| Ana
Paula Fragomeni |
19??/?? |
||
| Ana
Paula Rodrigues |
19??/?? |
B |
|
| Ana
Raquel |
19??/?? |
C |
|
| Ana Rosa C. Rezende | 19??/?? |
C |
|
| Andréa
Costa |
1977/86 |
C |
|
| Andréa
Kauffmann |
Dedé |
19??/?? |
A |
| Andréa
Roma |
Deínha |
19??/?? |
A |
| Anne
Marie Bourgeois |
Anne |
19??/?? |
B |
| Cristiane
Schmidt |
Cris |
19??/?? |
C |
| Estevão
Martins |
Chico |
1978/88 |
B |
| Fabiana Araújo | Fabi | 1975/88 | B |
| Felipe
Roberto |
19??/89 |
||
| Gabriela
Assmar |
Gabi |
19??/88 |
C |
| Georgia
Miranda |
19??/?? |
B |
|
| Isabela
Bicalho |
19??/?? |
C |
|
|
João Luís Willemsens |
Janjão
|
19??/?? |
|
| João
Ricardo Ripper Nogueira |
Joca |
1978/88 |
B |
| José
Arthur Peixoto |
Zé
Pirú |
1987/88 |
B |
| Laura
Helena |
19??/?? |
B |
|
| Letícia
Krause |
19??/?? |
B |
|
| Lia
Girão Barroso |
19??/?? |
B |
|
| Marcelo
Pragana Rodriguez |
Maradona |
19??/87 |
C |
| Marcia
Dannemann |
1977/88 |
C |
|
| Marcos
Senna Motta |
Mottinha |
1978/88 |
C |
| Marcus
Vinícius Zaib |
Vina |
19??/88 |
Humanas |
| Bebel |
Bebel |
1975/88 |
C |
| Michelle
Liberti |
19??/?? |
C |
|
| Ricardo
Amaral dos Santos |
1978/?? |
B |
|
| Rodrigo
Alzuguir |
Alzuga |
1980/89 |
A |
| Rodrigo
Dannemann |
Rodri |
1978/88 |
B |
| Ronaldo
Cotrim |
Ronaldão |
19??/89 |
C |
| Silvia
Andrada |
19??/89 |
A/B |
|
| Simone
Soares |
19??/?? |
B |
|
| Sandra
Scovino |
19??/89 |
B |
|
| Valeria
Bordini Starling de Carvalho |
19??/?? |
C |